Exposição na Escola Municipal Quinzinho de Barros mostra criações futurísticas feitas pelos alunos
- Studio MIA

- 26 de set. de 2025
- 3 min de leitura
Atualizado: 11 de nov. de 2025
A quinta-feira, 25 de setembro de 2025, foi de portas abertas na E.M. Quinzinho de Barros. A escola recebeu famílias e vizinhos para celebrar a culminância anual de projetos. Cada turma expôs o que construiu ao longo do ano e o Sabe Tudo Conect@ preparou um espaço especial. O tema geral foi “personalidades importantes”. No nosso espaço, a homenagem foi direta: os próprios estudantes. São eles que, há quase dois anos, nos dão a oportunidade de atender com propostas pedagógicas que juntam criatividade e tecnologia a serviço da aprendizagem.

O passeio pela escola parecia um mapa de experiências. As narrativas das aulas de audiovisual contavam histórias criadas pelas turmas e mostravam como a linguagem do cinema ajuda a organizar pensamento. Com os primeiros anos, a árvore criativa das aulas de Google for Education ganhou folhas de mãos carimbadas e bichos da floresta criados no Google Docs. Ficou visível que imaginação e escrita caminham juntas quando o recurso digital tem objetivo claro.

Em outro ponto, pais e alunos viam de perto impressoras 3D trabalhando, corte em CNC acontecendo ao vivo e o passo a passo que transforma ideia em produto. Na área de jogos, estudantes de vários anos apresentavam seus labirintos programados no Scratch, resultado de semanas de planejamento, teste e ajuste. Ao lado das telas, um labirinto físico convidava duas gerações a jogar juntas. A experiência concreta vinha antes do abstrato do notebook, e essa escolha fez diferença: compreender a regra no corpo ajudou a entender o código no computador.

A escada principal virou ponto de parada. Ali estava a escada das criações futuristas, com objetos feitos de sucata nas aulas de IoT e Protótipos. Mais do que engenhocas, eram ideias com propósito humano. Um capacete pensado para apoiar vovôs com Alzheimer. Um drone que busca remédios para quem mora sozinho. Um óculos que ajusta o grau conforme a visão muda. “Olhos que tudo veem” para varredura de sinais de saúde. A conversa com as famílias deslanchou: quando a intenção é clara, a tecnologia vira meio para cuidar de gente.

Para quem gosta de memória, havia um QR code com o vídeo de retrospectiva de todas as turmas. Um painel de imagens gravadas na CNC, representando diferentes estudantes, ficou exposto o dia todo.
No encerramento, cada peça seguiu para a turma como lembrança do processo. Foi um dia rico, com cara de festa, mas com o coração pedagógico no lugar certo: mostrar processo, dar voz aos autores e abrir a escola para a comunidade. E o ano ainda continua. Há sequências didáticas por vir, projetos em andamento e novas oportunidades de aprender em público.
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