top of page

Sequência Didática: Experimentos de Física e Química – E.M. Luiz Almeida Marins

  • Foto do escritor: Studio MIA
    Studio MIA
  • 25 de nov. de 2025
  • 3 min de leitura

Atualizado: 26 de nov. de 2025

Explorar ciências de forma prática é sempre um convite para que os alunos descubram o mundo com as próprias mãos. Na E.M. Luiz Almeida Marins, a sequência didática de Experimentos de Física e Química transformou a sala de aula em um ambiente de investigação científica, onde cada grupo pôde observar fenômenos do cotidiano, fazer perguntas e construir explicações próprias, tendo a curiosidade e a experimentação como caminhos de aprendizagem.

A proposta foi construída para que os estudantes pudessem observar, testar, levantar hipóteses e relacionar conceitos de força, gravidade, energia, calor e propriedades da matéria a situações reais.


Logo no início, os alunos foram introduzidos aos conceitos por meio de exemplos práticos e de um vídeo educativo que ajudou a contextualizar o que seria explorado nos experimentos. A intenção dessa etapa foi construir uma base conceitual simples, porém sólida, permitindo que todos pudessem participar das atividades com segurança e autonomia.


Antes de iniciar os experimentos, o ambiente foi preparado com equipamentos de proteção individual, reforçando a importância de desenvolver atitudes de responsabilidade e cuidado no trabalho científico.


Equipamentos de EPI preparados: aventais e óculos de proteção.
Equipamentos de EPI preparados: aventais e óculos de proteção.

Com os EPIs distribuídos, os alunos se organizaram em grupos, criando um clima investigativo. Nesse momento, a aula deixa de ser apenas explicação e transforma-se em vivência. É nesse processo que a ciência ganha sentido.


Alunos se preparando para as experiências.
Alunos se preparando para as experiências.

A primeira etapa prática envolveu ímãs de neodímio, pequenos, porém extremamente potentes. Os estudantes puderam observar como os campos magnéticos se comportam, percebendo forças de atração e repulsão. Para muitos, foi a primeira vez experimentando magnetismo de forma tão concreta, uma oportunidade importante para relacionar teoria, percepção e fenômenos naturais.


Testando ímãs.
Testando ímãs.

Em seguida, os alunos investigaram o comportamento de cargas elétricas utilizando balões, explorando a eletricidade estática e sua relação com a gravidade e com forças invisíveis. O experimento, além de divertido, despertou uma pergunta que acompanha toda boa aula de Ciências: “Por que isso acontece?”

Esse tipo de curiosidade é justamente o motor da alfabetização científica.


“E essa tal gravidade? Vamos testar?” – experimento com balões.
“E essa tal gravidade? Vamos testar?” – experimento com balões.

A última etapa envolveu o famoso fluido não newtoniano, preparado com amido de milho e água. A mistura muda de comportamento conforme a intensidade da força aplicada, permitindo trabalhar conceitos como viscosidade, densidade e propriedades dos materiais. Ao colocar as mãos na mistura, os alunos percebiam, de forma sensorial, que a ciência também envolve corpo, tato, comparação e sensação.


Testando os fluidos não newtonianos.
Testando os fluidos não newtonianos.

Depois de cada experimento, houve um momento de socialização das descobertas. Os grupos discutiram o que observaram, confrontaram hipóteses e tentaram explicar o que viram; um movimento essencial na construção da autonomia científica. Foi nesse momento que muitos alunos conseguiram conectar o que aprenderam ao dia a dia: ímãs presentes em objetos comuns, balões que grudam por eletricidade estática, alimentos e materiais que mudam de comportamento conforme a força aplicada, entre outros exemplos.


A experiência foi encerrada reforçando a importância da observação, da investigação e da experimentação como elementos fundamentais das aulas de Ciências no Ensino Fundamental. Mais do que memorizar definições, a sequência didática buscou despertar nos estudantes a vontade de entender como e por que as coisas acontecem. E isso é, essencialmente, alfabetização científica, uma competência central para formar estudantes críticos, curiosos e preparados para interpretar o mundo em que vivem.


MIA nas Escolas

Diário de bordo do projeto MIA nas Escolas.

Aqui registramos as vivências de Letramento Digital nas escolas em que atuamos com o MIA nas Escolas: atividades, projetos, histórias e aprendizados que nascem em sala de aula. Acompanhe o blog e participe. Sua presença fortalece a rede e inspira toda a comunidade escolar!

Comentários


Logo Mia Pink sem complemento_4x.png

Studio MIA - I.A.s para professores e escolas.

Ativo 2_4x_edited.png

©2025 por Studio MIA

 (35) 3712-6100 | (35) 9267-6146

Rua Ceará, 73 - Poços de Caldas, MG

bottom of page